Olho da Rua


Terça-feira, Dezembro 30, 2003


comente:
Segunda-feira, Dezembro 29, 2003
O fascinante da fotografia é que ela é viva, orgânica, mutante. Por mais estáticas que possam parecer, as imagens sempre ficam inquietas dentro da cabeça... Pois bem, uma das fotos do post passado parecia um crucifixo, tinha uma certa beleza triste, mas não se justificava sozinha. Hoje, fazendo uma pauta num cemitério, achei outra imagem que a completava: o detalhe de um crucifixo de verdade com tanta melancolia e frieza quanto no piso metálico.

comente:
Ou assim ..?


comente:
Quinta-feira, Dezembro 25, 2003
Essas roloram hoje quando cobria o movimento de chegada dos ferry-boats de Itaparica. É o piso da plataforma de embarque.


comente:
Quarta-feira, Dezembro 24, 2003
Noite de Natal e eu, aqui, trabalhando. A árvore - com suas luzinhas piscantes e coloridas - só vejo quando vou ao cafezinho.


comente:
Sábado, Dezembro 20, 2003
Essa foto rolou ontem, quando cobria a ocupação de uma antiga fábrica pelo MSTS. A mágica da luz.


comente:
Quinta-feira, Dezembro 18, 2003


comente:
Eis o descaso da fé... Painel retirado do teto da Igreja da Ordem Terceira do Carmo em Cachoeira/Ba.


comente:
Eis o mistério da fé... Capela de NSra. da Conceição dos Pobres em Cachoeira/Ba.


comente:
Terça-feira, Dezembro 02, 2003
Essa foi a pauta mais divertida dos últimos tempos. Afinal de contas, o clássico São Miguel x Paraíso não acontece todo dia. Já quando chegava ao campo, descendo por um beco entre um bar e um mercadinho, a primeira imagem: as duas equipes se concentrando, abraçadas. Lindo !!! Dois círculos de marmanjos agarrados sobre um "tapete" de arrenoso e um juiz atônito no meio. Descendo mais, ou melhor, escorregando, outra imagem: a arquibancada "vip" com mesas e banquinhos de concreto sobre a laje de um bar. Então, finalmente, quando piso no barro do campo e respiro a poeira levantada pelos atletas consigo as duas últimas fotos: a dos pés enfiados em meiões laranjas dos reservas do São Miguel e a sufocante jogada com os jogadores espremidos no alambrado, observada de perto por um gandula. Como disse no início, me diverti muito fazendo essa pauta e lamentei ter que ir embora no final do primeiro tempo. Se pudesse, ficaria até o fim. Nem tanto para saber quem ganhou o jogo (quando sai estava 1 a 0 pro Paraíso). Mas, para saber se o atacante Terremoto - o nome mais gritado em campo - conseguiu fazer algum gol; se o banco de reservas do São Miguel conseguiu matar o litro de cachaça que escondia atrás de uma moita; ou a maior curiosidade de todas: se alguém conseguiu resgatar as duas bolas perdidas durante o pouco tempo que fotografei essa sensacional partida.

comente:


comente: